SAIBA QUAIS OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS NA HORA DE COMPRAR OU VENDER UM IMÓVEL.

Antes de fechar uma compra de um imóvel, você deve verificar se toda a documentação do imóvel pretendido, e também dos vendedores, estão em ordem. Isso inclui: certidões negativas dos cartórios de protesto, certidões forenses dos distribuidores civis e fiscais, Certidões de ações trabalhistas e as certidões de proteção a crédito | SERASA/SPC.

Os documentos solicitados variam se você está comprando ou vendendo um imóvel. Confira abaixo: 

Para o comprador

PESSOA FÍSICA:
• Cópia do RG
• Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF) 
• Cópia do Comprovante de Residência
• Cópia do Comprovante de Estado Civil – Certidão Casamento ou União Estável.
• Carteira de trabalho e extrato do FGTS (caso seja utilizado o FGTS na compra)
• Se o comprador tiver menos de 21 anos, deve apresentar também a cópia da Escritura de Emancipação 
• Se o comprador é solteiro, o comprovante de Estado Civil é a cópia da Certidão de Nascimento
• Se o comprador é casado -Seu cônjuge deve apresentar os mesmos documentos citados acima e ambos devem apresentar em conjunto a cópia da Certidão de Casamento, observando o regime:
Comunhão Parcial de Bens na vigência da Lei (somente certidão)
Comunhão Universal de Bens antes da vigência da Lei (somente certidão)
Comunhão Universal de Bens na vigência da Lei (com pacto)
Separação Obrigatória de Bens (com pacto)
Separação Total de Bens (com pacto)
• De participação final dos aquestos (com pacto)
Se o comprador tem uma união estável, deve apresentar a cópia da escritura pública de pacto antenupcial, caso o casamento tenha se realizado em data posterior a dezembro de 1977, com regime de comunhão total ou de separação de bens.
• Se comprador é separado ou divorciado, deve apresentar a cópia da Certidão de Casamento com Averbação ou o Termo de Audiência.
• Se comprador é estrangeiro não residente no Brasil, deve apresentar: cópia do CPF e passaporte além de uma cópia da procuração pública para pessoa física residente no Brasil, com poderes de compra e venda de imóveis e cláusulas específicas para notificar e citar procurador extra e judicialmente. Também é preciso mostrar uma cópia do RG e comprovante de residência do procurador
• Se o comprador é autônomo ou microempresário e não tem, portanto, um holerite, pode comprovar renda através da declaração de imposto de renda, com os três últimos extratos bancários e com o pro labore (remuneração de um sócio-administrador de uma empresa). 

PESSOA JURÍDICA: 
– Cópia do Contrato Social
– Cópia do CPF dos representantes legais
– Cópia do RG dos representantes legais
– Cópia da última alteração contratual
– Cópia do cartão do CNPJ
– Cópia do balanço atualizado
– Cópia dos 3 últimos extratos bancários (PJ).

PARA QUEM VENDE

Documentos do imóvel :
Comprovar se há dívidas atreladas ao imóvel e se ele está devidamente registrado. 

– Certidão negativa de ônus reais (CERTIDÃO DE INTEIRO TEOR COM NEGATIVA DE ÔNUS REAIS) 
Certidão negativa de IPTU – expedida pela prefeitura;
Certidão negativa de CORPO DE BOMBEIROS – expedida pelo Corpo de Bombeiros;
Certidão negativa com o Patrimônio da União/ MARINHA – Se terreno Aforado;
– Certidão negativa de débitos condominiais (em caso de condomínios). de Energia ( com a companhia de energia), de àgua ( com a companhia de água e saneamento)

Vendedor Pessoa Física 
O vendedor deve apresentar as Certidões Negativas de:
– Ações na Justiça Federal
– Ações Cíveis e Trabalhistas
– Interdição, tutela e curatela
– Ações das Fazendas Estadual e Municipal (Executivos Fiscais)
– Protesto de títulos
– Certidão de quitação de tributos e contribuições federais (se for comerciante)
– Certidão quanto à dívida ativa da União (se for comerciante)
– CND/INSS, com a finalidade da Lei nº 8.212/91 (se for comerciante)

fonte:https://epocanegocios.globo.com/Dinheiro/noticia/2017/05/quais-os-documentos-necessarios-para-comprar-e-vender-um-imovel.html

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Vai alugar um imóvel? Saiba como funciona o título de capitalização para aluguel.

Fonte: https://seguroseprevidencia.com

Os títulos de capitalização pudem ser utilizados como caução em contratos de locação de imóveis conforme previsto na Lei 8.245/91,  ‘Lei do Inquilinato’. Caso o inquilino fique inadimplente, o proprietário poderá solicitar o resgate do título de capitalização contratado e utilizar o valor para quitar os débitos não pagos. Continue lendo “Vai alugar um imóvel? Saiba como funciona o título de capitalização para aluguel.”

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Qual a diferença de um Flat para um apartamento tipo Studio?

        Posso dizer que são bem semelhantes, em parte de que foram pensados com modernidade e tecnologia. Com o aumento da população urbana, êxodo rural, metrópoles, aumentou as construções de imóveis práticos como o Flat, o Studio, entre outros. Mas há sim, diferenças entre eles que podem ser apontadas em pesquisas para uma melhor locação e conforto que esteja procurando.

Continue lendo “Qual a diferença de um Flat para um apartamento tipo Studio?”

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Bancos têm corte de juros do crédito imobiliário

São Paulo, 30/09/2019 – O Bradesco anunciou hoje redução de juros no financiamento imobiliário. A taxa mínima passou  para 7,30% ao ano mais TR. As novas condições valem a partir de amanhã. O Bradesco explica, em nota à imprensa, que a modalidade dispõe de prazo de até 360 meses e permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel e o comprometimento máximo da renda líquida sobre o valor das prestações é de 30%.

Na semana passada, o Itaú Unibanco também anunciou um movimento nesta direção ao cortar a taxa mínima do financiamento imobiliário de 8,1% ao ano mais TR para 7,45% ao ano mais TR. Antes o Santander já havia anunciado que seu juro mínimo na modalidade seria de 7,99% ao ano mais TR.

A nova rodada de cortes nas taxas do financiamento imobiliário deve elevar a concorrência no segmento e empurrar os juros para o menor piso histórico do setor. Ao fim de agosto, a taxa do segmento, considerando recursos direcionados, estava em 8,2% ao ano, acima de julho, com 7,7% ao ano, segundo dados divulgados na semana passada pelo Banco Central. O piso no segmento foi visto em fevereiro de 2013, quando o juro do crédito imobiliário estava em 7,69%.  (Aline Bronzati, da Agência Estado)

fonte Movingimóveis:http://bit.ly/2onLpnX

GOVERNO FEDERAL DEVE LANÇAR NOVO PROGRAMA HABITACIONAL.


BRASÍLIA — O governo deve lançar em breve um novo programa habitacional, batizado de Aproxima, pelo qual vai oferecer um terreno para que construtoras ergam empreendimentos prevendo imóveis residenciais e estabelecimentos comerciais.

Ao contrário do Minha Casa Minha Vida, o Aproxima não terá subsídios.

Será destinado a famílias das classes C e D. A ideia é fazer uma espécie de leasing: o morador que pagar aluguel até o fim do contrato (que deve ter prazo de 20 anos) fica com o imóvel. O aluguel deverá ter um limite de comprometimento da renda da família que for contemplada com o imóvel.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a meta é lançar pelo menos 200 projetos do Aproxima até 2022. O programa é uma parte do plano maior de reestruturação da política nacional de habitação, que também trará mudanças para o Minha Casa Minha Vida (MCMV).

Outra diferença em relação ao Minha Casa é liberar comércio e prestação de serviços nos condomínios. Isso permite às construtoras e às incorporadoras cobrarem mais caro pelos imóveis comerciais e reduzir as prestações das famílias nos imóveis residenciais. A oferta do terreno pela União também reduz o custo das empresas para construir os empreendimentos.

A limitação no valor da prestação que será pago pelas famílias vai variar de acordo com a região, o perfil do município e a renda dos potenciais moradores. Um dos participantes da formulação do programa deu o exemplo de colocar o teto de 20% da renda para famílias que ganham até três salários mínimos (R$ 2.994).

Estudiosos do setor avaliam que o programa tem potencial de atacar um dos grandes problemas do déficit habitacional no Brasil: o alto valor dos aluguéis. De acordo com pesquisa de 2018 da FGV e da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o ônus excessivo com o pagamento de aluguel é um dos principais problemas do déficit habitacional enfrentado no Brasil. Esse componente é responsável pela falta de moradia para 42% das 7,8 milhões de famílias que não têm casa própria.

Pesquisador da Fundação João Pinheiro, Frederico Poley destaca que as cidades têm “carência grande de oferta de imóveis”, e que ações que facilitem a ocupação de terrenos nos centros da cidade são bem-vindas do ponto de vista social. “Governo tem papel importante de facilitar as instalações de mercado, fazendo regulações que sejam efetivas”, diz.

O Aproxima deve ser lançado com a reestruturação da política nacional de habitação, e demandará a edição de uma medida provisória para autorizar que terrenos da União sejam destinados à iniciativa privada, segundo apurou a reportagem. Deve ser também necessário um diálogo com as prefeituras, já que, em alguns casos, os municípios precisarão afrouxar regras do que pode ser construído em determinadas áreas.

As diferenças também são encontradas no modelo de financiamento pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No Aproxima, a ideia é que o financiamento com recursos do Fundo seja oferecido somente às empresas, com limite de 50% do investimento necessário para construir o empreendimento.

O presidente da CBIC destacou ainda que o programa tem o desafio de conseguir atrair o interesse de várias empresas, para que o processo concorrencial não fique concentrado em poucas companhias.

Coordenadora de Projetos da Construção do FGV/Ibre, Ana Castelo frisou a importância de haver boa concorrência na escolha dos empreendimentos. Como o modelo do projeto é novo, há uma preocupação sobre como as empresas vão se adaptar. “É importante que seja um negócio interessante para empresas e famílias, essa é uma questão vital.”

Fonte: Amanda Pupo, O Estado de S. Paulo

Preço médio dos imóveis residenciais acelera em agosto.

Segundo a  Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o preço nominal médio dos imóveis residenciais cresceu 0,36% em agosto, mostrando uma aceleração na comparação com julho, no acumulado dos últimos 12 meses.

Apesar dos desafios para a retomada da economia brasileira como um todo, o mercado residencial conta com alguns fatores positivos, como o baixo nível das taxas de juros e novas condições de financiamentos, o que deve ajudar na recuperação do setor.

Os preços na cidade de São Paulo tiveram o desempenho mais forte entre todas as capitais pesquisadas, com alta de 4,31% nos últimos 12 meses. Essa alta superou a inflação no mesmo período e, segundo a associação, sinaliza “um início, ainda que modesto, de recuperação dos valores reais dos preços dos imóveis residenciais na cidade”.

Outro destaque, na visão da Abecip, foi a cidade do Rio de Janeiro, cujos preços acumulados em 12 meses foram de 0,07%, chegando ao campo positivo pela primeira vez desde março de 2015. “Esse resultado, por sua vez, sinaliza ao menos um início potencial de recuperação dos valores nominais dos imóveis residenciais na cidade”, apontou a Abecip.

Fonte: https://blog.movingimoveis.com.br/preco-medio-dos-imoveis-residenciais-acelera-em-agosto-e-sobe-036-aponta-abecip/(Circe Bonatelli, da Agência Estado)

Agora vai melhorar! Financiamento de até R$ 1,5 mi para imóveis com FGTS começa a valer.

Governo antecipou decisão que seria apenas para 1º de janeiro; mercado imobiliário pressionava pelo aumento do limite.

A partir desta terça-feira, os brasileiros que possuírem saldo no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) poderão financiar até 1,5 milhões de reais para comprar imóveis.

Essa antecipação da elevação do limite foi uma demanda de mercado imobiliário. Antes, os limites eram de 950 mil reais para imóveis em São Paulo, Rio, Brasília e Belo Horizonte e 800 mil reais no restante do País. Agora, o teto de 1,5 milhão reais passa a valer de forma definitiva para todos os municípios brasileiros.

A mudança vale para financiamentos contratados dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que prevê juro máximo de 12% ao ano mais a correção monetária pela TR.

As construtoras demandam desde agosto a antecipação da vigência do novo limite. O técnico do BC garante que a análise desse pedido foi feita de forma rápida pelo BC. “Tem o tempo de análise, por óbvio não é de um dia para outro, mas o tempo entre conversa com mercado e a decisão do Banco Central foi rápido”, assegurou o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) da instituição, João André Pereira.

A entrada em vigor das demais mudanças feitas em julho para os financiamentos do SFH continua fixada para 1º de janeiro de 2019. Entre essas alterações estão a maior flexibilidade das regras de direcionamento pelos bancos dos recursos da poupança. De cada 100 reais na caderneta de poupança, 65 reais precisam necessariamente ser direcionados para o financiamento imobiliário, sendo que 52 reais são obrigatoriamente emprestados segundo as condições do SFH.

A partir de 2019, não haverá mais obrigatoriedade de aplicação dos recursos pelas condições do Sistema Financeiro de Habitação. Na prática, os bancos e os mutuários poderão pactuar livremente as taxas de juros. Além disso, quando não houver dinheiro do FGTS envolvido no negócio, não haverá limite para o valor do imóvel financiado. Também haverá liberdade para decidir o índice que vai corrigir o valor dos contratos.

Fonte: DREAMCASA / Com Agência Estado

A importância da Aromaterapia nos ambientes.

É tão bom quando entramos em um lugar e o cheiro é agradável, te faz se sentir bem e com vontade de nunca sair do local. Pois bem! A aromaterapia é uma palavra cuja origem vem do aroma = cheiro agradável e terapia = um tratamento benéfico de cura físico e mental. Imagina essas duas fórmulas misturadas em um mesmo frasco! Isso mesmo, a aromaterapia é utilizada nas propriedades de óleos naturais e essenciais, extraídos de plantas, flores, raízes, que trazem harmonia e equilíbrio pessoal.

E o que seria a aromaterapia ambiental? Não são ingeridos ou injetados, são óleos aplicados externamente, ou seja, nos ambientes. E qual benefício trazido (fora esses comentados acima) por aplicar na casa, por exemplo? E se há locais específicos para a aplicação, quais são? Continue lendo “A importância da Aromaterapia nos ambientes.”

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